Em vez de se reconhecer que "julgar a Administração é
ainda julgar", preferia-se considerar que "julgar a Administração é
ainda administrar". [...] O resultado desta situação é paradoxal: em
nome da separação de poderes entre a Administração e a Justiça, o que
verdadeiramente se realiza é a indiferenciação entre as funções de administrar
e de julgar...
Vasco Pereira da Silva
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